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Conheça dicas de como amenizar os efeitos da fumaça em sua saúde

Vejam dicas de como amenizar os efeitos que o clima seco e a fumaça de queimadas podem trazer a sua saúde

Conheça dicas de como amenizar os efeitos da fumaça em sua saúde
Foto: Divulgação
Neste período seco com o diversos focos de queimadas espalhados por todo Estado, pessoas agravam seus problemas respiratórios, causados pela inalação de fumaça das grandes queimadas que atinge a área rural da capital e municípios da Região Metropolitana de Manaus, acelerando a superlotação nas emergências hospitalares.

Os principais afetados com o clima seco, quente e a fumaça provocada pelas queimadas, são as crianças e os idosos, que precisam ir as unidades de saúde para tentar combater os problemas respiratórios com inalação. Essa procura nas unidades hospitalares, vem causando uma superlotação.

Para minimizar os efeitos da fumaça, deve-se ter uma hidratação e ingestão de líquidos, que ajudam a aliviar desconforto. Neste período, as mucosas, nariz e olhos que são partes mais afetados do corpo.

Veja abaixo os problemas mais comuns decorrentes da baixa umidade do ar e das partículas em suspensão dos incêndios florestais e dicas de como reduzir seus efeitos.

Pele – segundo os dermatologistas, a hidratação da pele deve ser feita com um creme, mas para ser mais eficaz, é importante que ocorra em até três minutos após o banho. “Chamamos essa orientação de dica de ouro da hidratação. É nesse período que a pele absorve melhor os princípios ativos do hidratante.”

Nas peles mais sensíveis, a secura pode causar fenômenos alérgicos, como a dermatite atópica, lembra a dermatologista. “Outro fenômeno relacionado ao tempo seco é o eczema, que gera inflamação e irritação, com formação de placas vermelhas e engrossamento da pele”, diz.

Nariz e olhos – outro efeito da baixa umidade sobre o corpo é o ressecamento das mucosas e dos olhos, diz o médico Maurício Menezes de Souza, que atua na área de clínica médica. “Por causa desse ressecamento, o nariz e os olhos podem ficar irritados. No nariz, como os vasos são muitos superficiais, o ressecamento pode causar sangramento”, explica.

Outra consequência relacionada ao ressecamento da mucosa do nariz é a maior vulnerabilidade a viroses. “Com a umidade natural da parede do nariz, vírus e bactérias aderem e ali morrem. Com a mucosa seca, o nariz perde essa capacidade de filtro”, afirma Menezes. Solução fisiológica pode hidratar os olhos e nariz, aliviando o desconforto.

Pulmão – órgão mais afetado pelas partículas em suspensão provocadas pela fumaça de incêndios. O pneumologista Ricardo Martins diz que não há muito o que fazer. Segundo ele, o excesso de fumaça faz com que a respiração se dê de maneira mais prejudicada, tanto pela redução da concentração de oxigênio, quanto pela competição com outros gases. As pessoas devem evitar dirigir nos horários de pico de trânsito, quando há maior concentração de gases produzidos pelos veículos.

Pessoas que vivem próximas de áreas de incêndios devem fechar janelas, portas e umidificar o ambiente de casa com bacias d’água, toalhas molhadas e equipamentos de umidificação, se possível.

Consumo de líquidos – O clínico Maurício Menezes lembra que a hidratação é fundamental para evitar os transtornos da baixa umidade no corpo. “Existe um equilíbrio de água no nosso organismo. Para mantê-lo, a pessoa deve ingerir de dois a três litros de água pura ou em sucos. A bebida alcoólica não é recomendada para hidratar, porque o álcool inibe o hormônio antidiurético, o que faz com que a água do corpo seja eliminada mais rapidamente.”

Com informações de G1

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